DOI: https://doi.org/10.7203/eari.12.20734

Prácticas artísticas LGBTI+ para una educación disidente en Brasil: pensar/crear bixa (marica)


Resumen


En este artículo se busca promover el debate sobre la Educación Artística contemporánea articulada con los temas arte, género y sexualidad desde la perspectiva de las prácticas artísticas LGBTI+ y de las disidencias sexuales y de género. Se trata de analizar cómo esta articulación colabora para reflexionar sobre la educación artística contemporánea disidente a partir de tres preguntas: ¿Qué nos dicen las prácticas artísticas LGBTI+ y de las disidencias sexuales y de género? ¿Es posible una educación artística disidente para una educación disidente? ¿Dónde están las maestras y los maestros LGBTI+ y de las disidencias sexuales y de género en la educación de las artes visuales? La intención no es responder, sino presentar algunas notas considerando el contexto brasileño y posibles vínculos con otros contextos sociales y educativos.


Palabras clave


educación artística disidente; prácticas artísticas LGBTI+ y de las disidencias sexuales y de género; contexto brasileño; contextos sociales y educativos; enseñanza de artes visuales

Texto completo:

PDF

Referencias


Batista, J. y Boita, T. (2011). Por uma Primavera nos Museus LGBT: entre muros, vergonhas nacionais e sonhos de um novo país. Revista Museologia & Interdisciplinaridade, 7(13), 252-262.

Bento, B. (2011). Na escola se aprende que a diferença faz a diferença. Florianópolis: Estudos Feministas, 19(2), 549-559. doi:10.1590/S0104-026X2011000200016

Bento, B. (2017). Transviad@s: gênero, sexualidades e direitos humanos. Salvador: EDUFBA, 2017.

Bimbi, B. (2017). O fim do armário: lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI. Rio de Janeiro: Garamond.

Canton, K. (2009). Corpo, identidade e erotismo. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes.

Colling, L. (2017). Stonewall 40 + o que no Brasil? Salvador: EDUFBA.

Colling, L. (17 de maio de 2017). O que temem os fundamentalistas. São Paulo: Revista Cult, ed. 217. https://revistacult.uol.com.br/home/fundamentalistas-anti-lgbt/

Costa, F. J. R. (2007). Didáctica de las Artes Visuales: una proposición postmoderna. [Tesis Doctoral Inédita, Universidad de Sevilla]. https://idus.us.es/handle/11441/24018

Costa, F. J. R. (2019). Ensino/Aprendizagem das Artes Visuais na América Latina: colonialidade cultural e emocional aliada a questões LGBT. Porto Alegre: Revista GEARTE, 6(2), 197-246. doi:10.22456/2357-9854.92908

Costa, F. J. R. y Huerta, R. (2019). Práticas artísticas LGBTI+ para uma educação dissidente. Revista Apotheke, Florianópolis, editorial, 6(3), 7-20. doi:10.5965/24471267632020001

Davis, A. (2019). Justiça para comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneras. Revista Boitempo, 33, 53-64.

Dias, B. (2005). Entre Arte/Educação multicultural, cultura visual e teoria Queer. En A. M. Barbosa (org.), Arte/educação Contemporânea: consonâncias internacionais. São Paulo: Cortez.

Dias, B. (2011). O i/mundo da Educação da Cultura Visual. Brasília: Pós-Graduação em Arte da Universidade de Brasília.

Freire, P. (2014). Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Paz e Terra.

Freire, P. (2003). Pedagogía del Oprimido. Madrid: Siglo Veintiuno de España.

Irwin, R. L. (2018). A/r/tografia: uma mestiçagem metonímica. En A. M.  Barbosa y L. Amaral (org.), Interterritorialidade: mídias, contextos e educação. São Paulo: Editora Senac São Paulo: Edições SESC SP.

Louro, G. L. (2018). O Corpo Educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

Louro, G. L. (2001). Teoria Queer: uma política pós-identitária para a educação. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, UFSC, 9(2), 541- 553.

Mignolo, W. D. (2008). Desobediência Epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, 34, 287-324.

Miskolci, R. (2020). Teoria Queer: um aprendizado pelas diferenças. Belo Horizonte: Autêntica Editora: UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto.

Oliveira, M. R. G. (2020). O diabo em forma de gente: (r)existências de gays afeminados, viados e bichas pretas na educação. Salvador – BA. Editora Devires.

Rodrigues, C. Moraes, M. L. Q. y Frateschi, Y. (2019). Entrevista a Judith Butler. Revista Boitempo, 33, 11-21.

Santos, B. de S. (2019). O fim do império cognitivo: a afirmação das epistemologias do Sul. Belo Horizonte: Autêntica Editora.

Silva, T. T. (1995). Alienígenas na sala de aula. Petrópolis, RJ: Vozes.

Souza, J. F. (2004). E a educação: ¿ ¿quê??.; a educação na sociedade e/ou a sociedade na educação. Recife: Bagaço. 


Enlaces refback

  • No hay ningún enlace refback.


Licencia de Creative Commons
Educación artística: revista de investigación (EARI)
Los contenidos de Educación artística: revista de investigación se distribuyen bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional.

 

Editor: Institut Universitari de Creativitat i Innovacions Educatives
Universitat de València
ISSN: 1695-8403 / e-ISSN: 2254-7592
Depósito Legal: V-4226-2002
Domicilio postal: C/Serpis, 29
46022 València (España)
revistaeari@uv.es
 FECYT REDIB

 


Revistas consorciadas

Communiars         Pulso       Tercio Creciente 



Licencia de Creative Commons
Educación artística: revista de investigación (EARI)
Los contenidos de Educación artística: revista de investigación se distribuyen bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0 Internacional.

 

Editor: Institut Universitari de Creativitat i Innovacions Educatives
Universitat de València
ISSN: 1695-8403 / e-ISSN: 2254-7592
Depósito Legal: V-4226-2002
Domicilio postal: C/Serpis, 29
46022 València (España)
revistaeari@uv.es
 FECYT REDIB

 


Revistas consorciadas

Communiars         Pulso       Tercio Creciente